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Seis dicas para ganhar mais como profissional autônomo

Fonte: Redação Catho

O artigo a seguir publicado no Portal Catho, embora trate do tema genéricamente, aborda com muita propriedade assuntos que fazem parte do dia a dia do profissional de Automação Residencial (Integradores, projetistas, tecnicos e instaladores). Por isso optamos por compartilhar e deixamos grifadas algumas passagens em detaque que remetem ao trabalho destes profissionais.


Alguns profissionais autônomos se deparam com um dilema quando querem ganhar mais: têm de trabalhar mais horas por dia, ou mais dias por semana, ou não conseguem tirar férias. O sonho de ter mais liberdade e flexibilidade de tempo não é realizado. Não há os direitos de um trabalhador sob a CLT, e a frustração aumenta. 
Toda escolha implica renúncias, e tudo tem vantagens e desvantagens. Até ser CEO de multinacional tem seu lado sombra. Mas sempre é possível potencializar o lado positivo, com alguma técnica, e essas dicas são para ajudar você, se estiver se sentindo frustrado. 

Dica 1: não comece como autônomo!

Se for possível no seu segmento, e você estiver se tornando um profissional autônomo agora, minha primeira dica é não começar como autônomo, ou, pelo menos, mesclar um trabalho para uma empresa (do segmento no qual você quer atuar) e a captação de clientes diretos. Se conseguir, trabalhe para mais de uma empresa.
Essa será sua escola, pois você vai aprender o que fazer e o que não fazer no mercado. Entenderá um pouco melhor sobre custo e preço, perceberá quantas horas não são pagas (por exemplo, de um professor de idiomas que tem de preparar aulas e corrigir tarefas). Também construirá uma base de contatos: colegas com quem você vai trocar experiências no futuro. É tentador, mas mantenha a atitude ética de nunca levar clientes de uma empresa que empregou você. Todas essas informações ajudarão você na hora que fizer seu voo solo. 
Dica 2: gaste menos e não busque pessoas que apenas elogiam
Se você já está atuando com seus clientes diretos e percebe que não tem como ganhar mais sem trabalhar mais, minha dica imediata é que gaste menos. Mas calma, você pode sim ganhar mais em um futuro próximo, só tem de ter paciência e perseverança. Vamos lá: Comece a escolher clientes que estimulem você a ser um profissional melhor. Por quê? Se você só tiver clientes que elogiam você, com quem você se sinta seguro, desempenhando um trabalho excelente, você vai fazer sempre a mesma coisa, do mesmo jeito. E vai ser ultrapassado por profissionais que são motivados a se atualizarem/aperfeiçoarem/inovarem.
Quando você for capaz de compreender o que seu cliente realmente precisa, conseguirá adicionar valor ao seu trabalho. E valor pode se traduzir em preço premium. Com agenda lotada, você vai poder cobrar um pouco mais pelo seu trabalho, já que pode lidar com alguma rejeição (de quem não pode/não quer pagar mais). E, aos poucos, você começa a trabalhar o mesmo número de horas (ou menos) ganhando mais. 
Dica 3: segmente e busque o seu público-alvo

Não queira atender a todo tipo de cliente. Novamente, temos aqui outra tentação: querer ser tudo para todos. Segmente. Escolha uma parcela de clientes que precisam muito do seu trabalho, têm dinheiro para pagar, valorizam o que você faz. O que estas pessoas pensam, ouvem, veem, falam, sentem e fazem todos os dias? Como podem ser encontradas, no mundo off-line e no online? Mergulhando no universo do seu público-alvo, você compreende o que ele realmente precisa, ou, na linguagem de marketing, qual a dor que seu produto ou serviço vai aplacar. E se muita gente sente a mesma dor e encontra seu produto ou serviço como remédio, você nem vai precisar gritar muito (ou gastar demais com marketing e publicidade).
Eles vão encontrar você. Provavelmente você não usa o Uber, Waze ou o Instagram porque viu uma propaganda. Você e a sociedade tinham uma necessidade, e em algum momento você viu que seus amigos estavam resolvendo isso de uma forma. Aí você os encontrou. 
Dica 4: apaixone-se pelo problema do seu cliente

Não se apaixone pelo seu produto ou serviço. Sim, é lindo amar o que faz. Mas se você se apegar ao seu trabalho, do jeito que o realiza todos os dias, fica cego e não percebe que há concorrentes fazendo de um jeito mais simples, mais barato, mais alinhado com as necessidades do SEU cliente. Ou até percebe, mas se nega a acreditar que está ficando obsoleto. Apaixone-se pelo seu cliente, pelos problemas que ele tem. Só assim você será capaz de descontinuar um produto ou serviço que você oferece, tranquilamente, sempre que perceber que ele não atende mais seu cliente, porque o problema mudou.
Você sempre desenvolverá novas soluções, promoverá ajustes ao seu produto ou serviço, e muitas vezes pode até mudar completamente o que faz – mas nunca ficará sem clientes. Conheço um empreendedor que, em 30 anos, já consertou computadores, alugou notebooks e projetores e hoje faz automação residencial, além de capacitar profissionais em cursos online. É um exemplo neste aspecto.

Dica 5: busque influenciadores

Consiga influenciadores. O termo é relativamente novo, mas o conceito é bem antigo. Lembra do ioiô na sua escola? A cada dois anos ele aparecia, algumas vezes ele virava uma febre, outras vezes ninguém ligava. O escritor e palestrante Seth Godin afirma que o ioiô virava moda sempre que um garoto ou uma garota popular levava para a escola. Porque todos que queriam ser como eles davam um jeito de comprar um ioiô e levar no dia seguinte. Fazemos isso o tempo todo.
O ioiô hoje é o celular, carro, roupa, curso em uma determinada escola…do ponto de vista do consumo, temos de nos livrar desse comportamento de manada, certo? Mas do ponto de vista do empreendedor autônomo, você pode identificar quem valoriza status, quem é influenciado pela mídia, quem enche a timeline de fotos de coisas bacanas que fez/comprou. Se você quer ampliar sua base de clientes, ofereça seu produto ou serviço para quem influencia estas pessoas. Comece com uma cortesia, degustação ou desconto temporário. Se você for excelente, ele vai mencionar seu produto ou serviço, e vai influenciar pessoas a buscar você. 
Dica 6: não dê descontos!
Para mim, é a mais difícil: se você é um profissional de alto nível, e quer se posicionar como um dos melhores, assim que conseguir uma carteira de clientes que permita você pagar as contas, valorize seu trabalho: não dê descontos. Existem pessoas que simplesmente gostam de gastar mais – para depois contar quanto pagou. Não faz sentido para você? Nem todos são iguais a nós, não se esqueça. Há uma outra razão para você manter seu preço: há pessoas que têm um desafio tão difícil, que só pode ser resolvido com o melhor profissional disponível. É aquela hora que você deixa todos os médicos do plano de saúde, e paga uma consulta cara, para ouvir uma opinião sobre um diagnóstico de uma doença que você considera séria. Ou quando você economiza em tudo, mas não deixa seu cabeleireiro/barbeiro, ou seu professor de yoga. Mas para chegar a este nível, você tem de ser nada menos que sensacional no que faz. 

Automação Residencial como um diferencial competitivo no mercado imobiliário

Artigo publicado na revista Lumiere Electric numero 232 - setembro 2017

Por: Eng. José Roberto Muratori (*)

Em outros artigos aqui publicados temos discutido a influencia positiva que os sistemas de automação podem oferecer na eficiência das edificações. Seja na redução no consumo de energia e insumos, no uso das instalações e na manutenção dos sistemas que se tornam mais simples, este tipo de abordagem se situa fortemente ligado às áreas comuns dos prédios e condomínios.

Aparentemente, estas soluções vêm ganhando corpo não só nos projetos de novas edificações como também em condomínios já implantados onde os elevados custos operacionais estão obrigando os gestores a adotar soluções inteligentes.

No entanto, neste artigo vamos mudar o foco e discutir como pode ser bem sucedido o uso de sistemas de automação no ambiente residencial, ou seja, na unidade habitacional especifica, seja um apartamento ou uma casa.

Por se tratar de um sistema reconhecidamente personalizado, a Automação Residencial tem sido tratada com frequência como um item que deve ser discutido de forma individual, ou seja, entre o morador e os prestadores de serviços que lhe atendem, deixando de lado a construtora ou quem participou do projeto desde o inicio.

Esta visão precisa mudar e rapidamente. Por quê? Temos observado mudanças muito representativas nas questões ligadas à habitação nos anos recentes. Fóruns, congressos e eventos em geral reunindo desde incorporadores até urbanistas, arquitetos e projetista mostram tendências relevantes no “morar”, dentre as quais podemos destacar:

- redução da área útil das unidades, principalmente apartamentos com localização mais centralizada nas grandes cidades.

- utilização cada vez mais intensiva dos equipamentos urbanos disponíveis na redondeza, desde transporte publico até academias, lojas e escolas.

- deslocamento do local de trabalho para áreas de co-working ou home offices

- criação de habitações com características específicas para determinados tipos de usuários, tais como terceira idade, millenials, geração Z e outras tipificações.

- um crescente desapego pelo verbo “possuir” nas novas gerações, vide o sucesso de iniciativas como os aplicativos de transporte (ex: Uber) ou de moradias temporárias (ex: Airbnb)

Neste contexto é perceptível a participação crescente e, podemos dizer, pervasiva da tecnologia impregnando os novos hábitos de moradores. Até mesmo benefícios sempre procurados como segurança e economia podem abrir espaços importantes para o lazer, o trabalho, o monitoramento da saúde e aspectos que envolvem a convivência social fora do ambiente doméstico.

Então, ao avaliar estas mudanças, os investidores e incorporadores da construção civil se deparam com um novo e inusitado cenário. Surgem questões que nunca haviam sido levantadas antes. Inicialmente são buscadas soluções mais obvias no ambiente construído e que partem basicamente de partidos arquitetônicos. 

Por exemplo, códigos de edificações urbanas vêm reduzindo gradativamente o numero possível de vagas de garagem nos novos empreendimentos e, num primeiro momento a reação de alguns incorporadores foi de deixar uma pequena frota do condomínio disponível para locação esporádica pelos moradores. Legislação acústica mais severa também obriga intervenções nos projetos. Apartamentos menores têm gerado áreas comuns mais equipadas (academias de ginastica, salões de beleza, brinquedotecas...). Mas, ainda não é esta a questão central...

Temos que voltar nossos olhos para a diversidade das novas demandas dos moradores também dentro de suas casas. Por exemplo: quem usa o ambiente domestico para sua jornada de trabalho diariamente tem necessidades bem diversas do um casal de idosos que mora ao seu lado. Jovens que residem momentaneamente num apartamento enquanto fazem um intercambio ou um curso não criam raízes com a moradia. Mas, se pensarmos bem, todos eles precisam de tecnologia enquanto estão dela se utilizando.

O home office do primeiro morador precisa conectividade, velocidade e praticidade. Os idosos precisam ser monitorados em suas condições de saúde, tomar medicamentos nos horários certos e contar com ajuda externa quando necessário. Os jovens têm que se manter conectados com parentes distantes e querem a portabilidade de seus gostos pessoais, como músicas, games ou vídeos. Mas, em geral, nenhum deles vai dispensar ter tudo isto num ambiente também confortável, bem iluminado e climatizado, seguro e fácil de ser utilizado.

Como então proporcionar esta diversidade de benefícios para moradores tão distintos?

Aquilo que tratamos acima envolve elementos básicos que deveriam estar presentes em todas as moradias, em maior ou menor grau. Vejamos:

- internet rápida e confiável, disponível para uso continuado através de diversos equipamentos, móveis ou locais.

- energia de qualidade, sem oscilações e de preferencia sem interrupções.

- iluminação (artificial e natural) eficiente e simples de ser comandada; isto implica o acionamento de luzes, mas inclui também a abertura e fechamento de cortinas e venezianas.

- lazer e recreação no ambiente residencial, representado pelo acesso a conteúdos diversos, como e-books, músicas, games e filmes em toda a moradia.

- controle de acesso e vigilância bem resolvidos, eficiente e seguro tanto para moradores como para visitantes e prestadores de serviços.

- alarmes técnicos para evitar acidentes domésticos, envolvendo pessoas ou equipamentos

- conforto ambiental, envolvendo tratamento acústico e climatização adequados e eficientes

Se atentarmos para esta lista acima percebemos que para cada situação temos soluções de automação residencial que podem atender plenamente o que foi requisitado, a saber:

Redes domésticas, com e sem fios, bem dimensionadas e instaladas são um requisito básico e imprescindível para qualquer tipo de moradia atualmente.
Sistemas de medição e de gestão de energia, além de sistemas de energia alternativa (no-breaks ou geradores conforme o caso) passam a ser usuais.

Lâmpadas mais eficientes como LEDs e cortinas motorizadas podem ser comandadas por controles simples ou smartphones para facilitar tarefas diárias.

Sistemas de sonorização ambiente e de distribuição de vídeo garantem o entretenimento a qualquer hora e em qualquer ambiente da casa.

Fechaduras com leitores biométricos, câmeras e sistemas de alarmes, de fácil instalação e monitorados na nuvem garantem uma segurança avançada, estando o morador dentro de casa ou a milhares de quilômetros de distancia.

Alarmes de variados tipos, incluindo sensores de ocupação, de abertura de portas, de vazamentos e similares podem detectar ocorrências fora da rotina do morador e alertar colaboradores do condomínio ou serviços de atendimento externos.

Sistema de aspiração de pó a vácuo facilita, agiliza e melhora a qualidade da limpeza domestica. Aparelhos de ar condicionado e de aquecimento podem ser acionados e controlados localmente ou á distancia, melhorando as condições de temperatura ambiente e evitando serem esquecidos ligados.

Além destes itens acima, todos já incorporados às modernas tendências da automação residencial, estão surgindo outros “facilitadores” que estarão disponíveis entre nós muito em breve: os assistentes virtuais, na sua maioria acionados por comando de voz e contando com grande interatividade. Além de poder comandar todos os equipamentos domésticos já citados, eles estarão sintonizados com sistemas em nuvem eleitos pelo morador conforme suas preferencias: condições do clima, situação do transito, notícias da economia, restaurantes ou farmácias da região, eventos de seu interesse e assim por diante.

Então, finalmente, perguntamos: os novos empreendimentos da construção civil que estão sendo planejados neste momento estão incorporando estas tendências nos seus projetos?  Se esta questão ainda não se espalhou como deveria, será que os investidores “antenados” não obterão um considerável diferencial para os seus produtos imobiliários se apostarem nelas?

Na nossa visão, a mudança de hábitos dos moradores é irreversível e acelerada. A reação dos diversos fornecedores da cadeia produtiva é sempre irregular e pouco previsível. Normalmente, a indústria da construção civil tem sido uma das mais lentas em abraçar as novidades tecnológicas. Mas, o atual contexto econômico aliado ás mudanças que nos referimos, não vai permitir erros de planejamento que poderão causar a diferença entre sucesso e fracasso.

E, antecipar uma necessidade latente, sempre representou um diferencial estratégico para empreendimentos vencedores. Assim, fica a recomendação aos visionários...
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(*) José Roberto Muratori é engenheiro pela Escola Politecnica da USP com especialização em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas. Consultor e projetista de Automação Residencial e Predial e atual diretor executivo da AURESIDE

Integrador de Automação Residencial: como se destacar no mercado

Julie Jacobson, editora do portal CEPRO, talvez o mais abrangente sobre Automação Residencial relata neste artigo a sua experiencia recente mediando um debate entre integradores onde se discutiu como valorizar e diferenciar a sua atividade neste competitivo mercado


Do resultado desta discussão, ela destacou seis tópicos:

1. Defina  de quem você é "diferente"
Integradores competem não apenas contra outros integradores (bons e maus), mas também com novatos geeks, eletricistas, instaladores de alarmes, empresas de cabeamento, os próprios consumidores (DIY) e tantas outras entidades. Escolha seus alvos principais e vá atrás deles

Por exemplo em San Antonio, na California, onde o debate foi realizado, a Best Buy lançou um programa para vender o sistema de segurança Vivint e automação através de suas lojas.

O que: voce acha de reagir assim sobre uma campanha como esta: Você realmente quer comprar o seu sistema de segurança no mesmo lugar que você comprar seus jogos de vídeo game e capas de telefone celular?

2. Não é o suficiente  ser diferente, você tem que vender diferente
Digamos que você é a empresa que tem parceria com uma marcenaria de alto padrão. Você faz um grande negócio com isso? Você deixa os possíveis clientes saberem que você é diferente porque você pode misturar tecnologia com decoração e obter um ótimo resultado?

Talvez mostrando lado a lado imagens de uma TV que parece ridiculamente estranha em um gabinete que é  desproporcional ao seu tamanho ... ao lado de uma imagem de um belo mobiliário instalado em conjunto pela sua empresa.

3. Você já é diferente, mas não sabe
Especialistas em tecnologia de casas inteligentes, em virtude de sua formação e amplitude de conhecimentos, são inerentemente "diferentes" dos outros personagens. Você faz o que os outros nunca sonhariam em fazer, mas às vezes você se esquece de como você é especial...

Lembrei-me disso em um seminário recente sobre a modernização de uma casa de meados do século. Um dos arquitetos do painel explicou que os proprietários não queriam uma TV distorcendo a decoração, então eles instalaram um drop-down motorizado . Com um gemido, os membros da audiência rabiscaram furiosamente notas como se fosse a primeira vez que tal coisa tinha sido tentada!

Sim, você é muito mais especial do que você acredita.


4. Pontos de diferenciação devem mudar com o tempo
Lembre-se quando foi um grande negócio para você começar a usar o iPhone e, em seguida, o iPad para o controle de casa? Você deu gratuitamente dispositivos iOS e promoveu isto junto com seus serviços relacionados à esta aplicação no primeiro ano, até que todos estavam fazendo o mesmo.

Qual é a tendencia do momento? Adote em seu negócio enquanto ainda parece confuso para os consumidores. Você ainda pode atuar de forma pioneira com comando de voz por algum tempo?
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5.Modelos de negócios podem ser pontos de diferenciação
Não são apenas seus produtos e serviços de instalação que o tornam diferente. Pode ser a maneira como você gerencia e leva o seu negócio.

Por exemplo, talvez a sua empresa apresente  propostas muito bem elaboradas, com desenhos e imagens. Se ninguém mais está causando esse tipo de impressão, um arquiteto vai dizer:" "Esse é o meu cara ", diz o integrador Randy Stearns.

Aqui está outro exemplo: Peter Aylett, da Archimedia, sediada no Reino Unido, vende três pacotes diferentes para instalações comerciais: sala de reunião básica, sala de reuniões ampliada e sala de conferências completa. A diferenciação aqui é que a Archimedia está facilitando a compra de sistemas mais avançados.

E outro: O que você chama de RMR (receita mensal recorrente) pode ser "vendido" como uma característica diferenciadora para os clientes: "Olha, minha empresa oferece um plano de serviço abrangente, então você sabe que vamos estar por perto para apoiar o seu sistema e cuidar de suas necessidades por muitos anos ainda. "

6. Esculpir um nicho
Embora não fizesse parte das discussões em grupo, o diretor-executivo da Barco, Tim Sinnaeve, fez uma apresentação convincente sobre o uso de projetores de vídeo para exibir imagens impressionantes para as elites do mundo da arte.

Depois de estabelecer-se dentro desta comunidade nicho - ou qualquer outra comunidade de nicho - você pode circular neste meio com mais naturalidade do que a sua concorrência.

Automação Residencial ajuda construtores a enfrentarem a recessão

Fonte: SecuritySales.com

Um terço das construtoras norte-americanas de casas (36%) dizem ter experimentado aumentos de receita devido a instalações de sistemas de automação residencial de acordo com o 14o. relatório da Consumer Technology Association. Desde 2009, o número de construtores relatando aumentos de receita subiu mais de 10 pontos percentuais, o que demonstra que a tecnologia instalada nas casas novas ajudou a indústria da construção a saltar acima da recessão.

"À medida que mais consumidores estão vivendo vidas digitais, este tipo de tecnologia ajudou a agregar valor para a construção", diz Chris Ely, gerente sênior de análise da indústria, "E com a melhora da economia, os construtores estão aprofundando e diversificando suas ofertas de tecnologia e encontrando mais oportunidades de receita como resultado. Para expandir seus ganhos, os construtores devem continuar a comercializar os benefícios da tecnologia de casa inteligente para gerar o interesse do comprador e aumentar o potencial de receita ".

Com quase 90% das novas casas tendo uma conexão de banda larga, a metade das novas construções - em especial casas unifamiliares, casas de luxo e apartamentos em condomínios - têm dedicado espaço para abrigar escritórios domésticos. Mais de 60% dos construtores já incluíram a oferta de "home offices" em suas novas construções

"Embora os consumidores tenham limitações financeiras, a tendência constante para a maioria das novas casas que têm um escritório em casa sugere que cada vez mais americanos desejam um espaço de trabalho dedicado em casa, potencialmente devido ao aumento do teletrabalho", diz Ely. "Esta é uma área de oportunidade onde os construtores, fornecedores e sub-empreiteiros podem criar parcerias para promover tecnologias domésticas inteligentes para os consumidores, antes do início da construção."

Outras principais conclusões do estudo incluem:

Entre as novas casas, cabeamento estruturado (48%), sistemas de segurança monitorados (29%) e de home theater (pré cabeamento - 17%) continuam a ser as mais populares tecnologias domésticas instaladas. Além disso, várias novas tecnologias tiveram ganhos em novas instalações no ano passado, incluindo: sistema autônomo de vigilância por vídeo (nove pontos percentuais), domótica (oito pontos percentuais) e sistemas de gestão de energia (seis pontos percentuais).

Dada a posse generalizada de smartphones e tablets, os construtores relatam que mais de dois terços dos proprietários querem controlar a sua casa inteligente remotamente; ou com uma tela sensível ao toque (64%) ou um aplicativo em um dispositivo móvel (64%).

Construtores cada vez mais citam que especificações do próprio comprador ou do seu arquiteto e a necessidade de manter a competitividade como razões principais para instalar tecnologias de casa inteligente, além do . potencial de lucro que também é um fator chave.

O caminho número um para os construtores encontrarem empreiteiros de instalação (integradores) é através de referências (83%), como arquitetos, agentes imobiliários e outros construtores.