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Conectividade e Casas Inteligentes: uma Visão para 2025

O mercado de Automação Residencial deu seus primeiros passos no Brasil no final da década de 90, ainda de forma muito tímida... Durante quase 20 anos ele seguiu padrões básicos e cresceu de forma tímida, focado principalmente no mercado de alto padrão. Produtos importados foram a maioria a atender este mercado emergente e que ainda tinha um foco bastante limitado, com ênfase na integração de sistemas avançados de áudio & vídeo (home theater e sonorização ambiente hi end) e controle de iluminação.

O projeto, venda e instalação destes produtos sempre eram executados por integradores capacitados, normalmente certificados pelos fabricantes, também responsáveis por lhes fornecerem o suporte técnico e comercial necessário para um bom atendimento ao cliente final.

A partir de 2019 o panorama mudou bastante, com a introdução de produtos conectados à rede WiFi já existente na casa do cliente, vendidos em e-commerce, com preços muito atrativos. E tivemos também a chegada dos assistentes de voz oficialmente no Brasil, cujo lançamento gerou um movimento de marketing nunca experimentado, alavancado por grandes marcas antes ausentes do mercado de automação residencial.

Inicialmente, este movimento causou uma certa inquietação nos tradicionais fornecedores, tanto de produtos como nos integradores atuantes no mercado. Aos poucos, percebemos que a introdução de soluções mais simples junto com a maior divulgação nos canais de comunicação favoreceu a intenção de compra de muitos potenciais moradores que antes não conheciam ou nunca tinham tido contato com estas soluções.

Hoje, passado este período aproximado de cinco anos, temos números que justificam esta visão. Se olharmos outros mercados mais evoluídos (como a América do Norte, por exemplo), percebemos uma crescente participação do denominado “middle market”, antes inexistente nas estatísticas e projeções. Da famosa “curva de aceitação da tecnologia”, utilizada para embasar os estudos de mercado, podemos ver no diagrama a seguir a grande mudança nos percentuais de participação de cada tipo de consumidor nesta nova fase do mercado.


A “maioria inicial” de adotantes de tecnologia com uma casa inteligente simples é agora o maior segmento do mercado. As soluções para casas inteligentes continuam a migrar para o mercado intermediário, com cada vez mais famílias comprando dispositivos pela primeira vez.

Ou seja, daqui em diante o maior volume de vendas não estará focado apenas nos Inovadores e Pioneiros, mas se estenderá aos grupos que antes tinham menos aceitação e que, por sua vez, representam um grande volume de negócios.

Esta transição já iniciou! O mercado está preparado?

Em nosso ponto de vista, entendemos que existem várias ações que precisam ser revistas nas estratégias dos fornecedores, e isto inclui não somente os fabricantes e distribuidores, mas os integradores também.

Listamos abaixo alguns destes pontos:

- Para os integradores:

  • Os clientes potenciais existem em maior quantidade, mas precisam soluções especificas, portanto demandam um atendimento e atenção diferentes daqueles até então utilizados. Racionalizar procedimentos, selecionar produtos compatíveis com esta nova demanda será desafiador.

  • Uma boa estratégia seria a dedicação aos nichos que estão surgindo, focando sua oferta em soluções que atendem estas demandas. Exemplos? 

- Maior produtividade no home office,
- Foco em eficiência energética
e muitos outros que estão surgindo.

  • Além disto, atender construtoras e gestores condominiais está cada vez mais próximo e tem gerado resultados fora da curva para alguns integradores pioneiros!

- Para os fabricantes:

  •  É importante aumentar a sua base de integradores atuantes e capacitados. Aquele “novo” cliente que não for atendido adequadamente vai deixar de comprar automação para sua casa, trocando o valor por outras comodidades ou fazendo apenas instalações de produtos simples, muitas vezes sem recorrer a profissionais.

  • Os integradores normalmente são empresas de pequeno porte com limitada atuação no marketing e políticas intensivas de fomento às vendas. Portanto, é importante que eles contem com a colaboração de seus parceiros fornecedores nestas ações, o que é ainda praticamente nulo em nosso mercado local.

  • Segurança cibernética é cada vez mais importante nas casas conectadas. Empresas que não priorizarem a proteção de dados e a privacidade dos usuários podem enfrentar consequências severas. Vazamentos de dados reportados através da mídia podem comprometer a imagem destas empresas.

  •  Foco em soluções sustentáveis e compatíveis com as normas técnicas será inevitável para garantir que a sua linha de produtos seja valorizada pelos futuros clientes.
  • Integrar a IA (Inteligencia Artificial) de forma cada vez mais representativa em suas soluções

Empresas que não se adaptarem a essa tendência podem ver suas vendas diminuírem. A concorrência está se intensificando, investidores de outros mercados se aproximam e a inovação é essencial para se manter relevante.

Conclusão

As projeções que temos hoje sobre os próximos anos são bastante positivas, mas se baseiam em impulsos de consumo. Se olharmos o potencial de atendimento do mercado hoje existente nesta base “fornecedor + integrador” a questão assume um outro ângulo: o desafio é grande e novas ações precisam ser tomadas com rapidez para garantir que as projeções se concretizem.

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Se desejar conhecer projeções recentes do mercado brasileiro, pode solicitar aqui

Estatísticas atualizadas sobre o consumidor brasileiro e a casa conectada

Fonte: Valor Investe





Até o final do primeiro semestre de 2024, 52% dos brasileiros querem trocar o aparelho de TV por modelos inteligentes. Brasil tinha 9,9 milhões de lares com algum dispositivo inteligente em 2022, segundo o IBGE

Em 2022, 93,5% das moradias de áreas urbanas tinham acesso à internet, percentual que era de 78,1% nas áreas rurais, segundo dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Do total de lares com internet do país, 14,3%, ou 9,9 milhões tinham algum dispositivo inteligente, o que mostra que o sonho da "casa conectada" cresce. Mas quais são os itens de desejo para tornar a casa mais "high-tech"?

Quando o assunto é ter dispositivos eletrônicos que podem ser controlados à distância, pela internet, a partir de aplicativos ou da integração com assistentes virtuais, que funcionam por comandos de voz, alguns itens aparecem na lista de grande desejo dos brasileiros:
  • alto-falante e controlador de voz inteligente para casa
  • caixa alto-falante Wi-Fi doméstico
  • termostato inteligente
  • câmera de segurança
  • detector de fumaça/monóxido de carbono inteligente
  • campainha de vídeo inteligente
  • aspirador robô
  • TV conectada à internet
  • XBox, Playstation ou outro console de videogame
  • sistema de realidade virtual

Ao menos 93% dos consumidores planejam comprar tecnologias inteligentes no próximo ano. No caso das smart TV, elas já são usadas por 71% dos brasileiros pesquisados. Os dados fazem parte do levantamento "Década Conectada" encomendada pela seguradora americana Assurant para entender, entre outros pontos, o que os consumidores valorizam ao contratar serviços e manter seu fornecimento.

Segundo os responsáveis pelo levantamento, a lista deixa claro que melhorar a casa é um fator relevante ao comprar nova tecnologia inteligente, além de buscar entretenimento e dispositivos mais duráveis.Os consumidores brasileiros demonstram alto interesse em comprar produtos relacionados à segurança ou tarefas domésticas com mais agilidade.

A pesquisa para compreender melhor o comportamento de compra dos consumidores mostrou, ainda, que até o final do primeiro semestre de 2024, 98% dos brasileiros pretendem trocar o aparelho de smartphone por um modelo mais novo lançado por fabricantes. Videogames (56%), notebooks (53%)e modelos de TV (52%) e relógios inteligentes (50%) também estão na lista.

Mas o ímpeto de compras é acompanhado por algumas preocupações e frustrações. Ao menos 66%, ou dois terços das pessoas, afirmam valorizar a sustentabilidade e têm interesse em comprar um aparelho eletrônico recondicionado para contribuir com a sustentabilidade e reduzir seu impacto ambiental.

Pelo menos 2 em cada 3 brasileiros declaram ter alguma frustração ao comprar nova tecnologia inteligente.

Embora tenha sido intensificado o uso de tecnologias inteligentes, preservar a privacidade é importante. Para 74%, a proteção de dados pessoais é o fator mais crucial para manter dispositivos funcionando no dia a dia sem riscos à privacidade.

Proteger os dados é ainda mais relevante para as pessoas mais velhas – 83% dos Baby Boomers (58 a 76 anos), 78% da Geração X (46 a 57) e 73% dos Millennials (27 a 45 anos) priorizam a privacidade dos dados.

O custo de uma garantia estendida (18%) ou reparo (17%) também são preocupações para os entrevistados. Por isso, a garantia estendida é o benefício mais valorizado ao comprar tecnologia inteligente, seguido por seguro contra roubo, perda ou danos, ou oferecer desconto ao trocar um modelo antigo por um novo.

No Brasil, o levantamento ouviu 1.000 consumidores – 53% do sexo feminino e 47% masculino. Do total de participantes, 50% são Millennials, 18% Geração Z, 16% Geração X e 7% Baby Boomers. A coleta e as análises das respostas foram realizadas no primeiro semestre deste ano em parceria com a Mega Research.

A pesquisa da seguradora foi realizada também na Austrália, Canadá, México, Estados Unidos, Alemanha, Japão e Reino Unido, totalizando 8 mil consumidores de 18 a 76 anos ouvidos nos oito países.


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Uma casa conectada vai muito além da comodidade

 Fonte: Olhar Digital

Você sabe o que é uma casa conectada? Neste artigo, você vai entender mais sobre a evolução tecnológia e praticidades desse conceito


Por Helbert Oliveira, diretor da divisão de Home Appliances da Samsung Brasil

Por muito tempo, as casas futuristas com assistentes eletrônicos e dispositivos automatizados ficaram reservadas aos filmes de ficção científica e à imaginação dos programadores, pois ainda não possuíam a tecnologia necessária para tornar a casa inteligente uma realidade.

Hoje, o mundo vive uma verdadeira revolução tecnológica nesse quesito, com produtos que vão desde a iluminação automatizada à geladeira que pode mandar mensagens para o seu smartphone caso a sua porta seja esquecida aberta. Os benefícios e a praticidade são inúmeros, mesmo que parte da população ainda desconheça todas as funcionalidades que um aparelho smart possui.


Como é o cenário no Brasil

Atualmente, o Brasil possui 80% dos lares com acesso à internet, segundo dados da pesquisa TIC Domicílios de 2022. Sendo a maioria das residências usuárias de banda larga – cerca de 38 milhões –, temos um enorme potencial para ter cada vez mais casas inteligentes.

Em outro levantamento, a Future Business Insights revelou que, até 2026, a previsão de receita com a aquisição de produtos inteligentes, em nosso País, pode chegar a US$ 2,41 bilhões, o equivalente a 91,6% de taxa de crescimento em relação ao ano passado.

Economizar energia elétrica, por exemplo, é algo superimportante no dia a dia, não apenas financeiramente, mas pelo seu fundamento ambiental. Ainda há muitas dúvidas – e até mitos – de que alguns produtos consomem mais energia do que outros. Essas e outras questões podem ser resolvidas facilmente ao conectar dispositivos inteligentes.

Já existem soluções que mostram no próprio celular o desempenho energético de cada aparelho, permitindo que o usuário estabeleça metas de consumo e receba alertas caso os gastos estejam altos demais.

Outra vantagem excepcional dos devices inteligentes é a capacidade de desativar funções específicas, a fim de diminuir o consumo de determinado dispositivo. Além de receber notificações no próprio celular de possíveis taxas extras e valores das companhias energéticas da região. Dessa forma, é possível economizar de maneira muito mais eficaz, com uma visão detalhada e em tempo real de onde vem os maiores consumos.

Os aparelhos smart também são capazes de aprender com seus usuários, como é o caso de algumas máquinas de lavar. Elas identificam os costumes da pessoa, já recomendando os ciclos de lavagem favoritos – e não é apenas isso.

Estão disponíveis no mercado modelos que conseguem até identificar o nível de sujeira das roupas, utilizando a quantidade ideal de água para limpeza das peças. A manutenção é outro ponto simplesmente impressionante, pois o eletrodoméstico consegue mostrar quando a lavagem do tambor e troca de filtro precisam ser feitas e até fornecer dicas para conservá-los por mais tempo.

Com uma rotina cada vez mais corrida, cuidar do meio ambiente pode se tornar uma tarefa mais simples graças às soluções tecnológicas que as casas inteligentes disponibilizam.

Ainda que chegar em casa e já ter as roupas lavadas, temperatura ambiente ajustada e luzes que se apagam com um simples comando sejam o ápice de ter uma vida mais confortável, saber que tudo isso vêm acompanhado de uma preocupação ambiental detalhada deixa a vida muito mais significativa.

Link original do artigo:
Uma casa conectada vai muito além da comodidade - Olhar Digital

Gastos com casas inteligentes crescem apesar das interrupções do COVID-19


Os gastos do consumidor com tecnologias de casa inteligente crescerão em 2020, apesar das interrupções econômicas devido ao COVID-19, de acordo com um novo relatório divulgado pela ABI Research.

A empresa de pesquisa prevê que o mercado global se expandirá 4% em 2020 em comparação com 2019.

Espera-se que o mercado gere US $ 85 bilhões em receitas em 2020. No entanto, os gastos ficarão bem abaixo das expectativas pré-COVID-19.

O crescimento da receita do mercado pré-pandêmico em 2020 foi projetado para atingir 21% em relação a 2019 - uma perda de US $ 14,1 bilhões.

A incerteza econômica, a restrição de gastos do consumidor, as oportunidades físicas restritas de varejo, as restrições de instalação, a interrupção da fabricação e a distribuição reduziram os gastos do consumidor.

No entanto, o estudo conclui que o déficit de gastos é temporário.

Em 2026, o mercado deverá atingir US $ 317 bilhões, 5% a mais que as previsões pré-COVID-19.

Grande parte da receita perdida em 2020 será adiada para os próximos anos e os anos seguintes, especialmente porque as tecnologias inteligentes consolidaram seu valor para fornecedores e consumidores.

Jonathan Collins, diretor de pesquisa da ABI Research, disse: “A pandemia é uma faca de dois gumes para a indústria de casa inteligente.

“Embora o impacto imediato possa ser negativo, muitas das mudanças estruturais e de longo prazo na vida do consumidor iniciadas em 2020 terão um impacto positivo duradouro que ajudará a impulsionar a adoção em muitas áreas do espaço das casas inteligentes.

“A casa inteligente tem um papel cada vez mais valioso a desempenhar na vida e nos hábitos de consumo dos consumidores. A plataforma Alexa da Amazon, por exemplo, facilita os gastos do consumidor nas próprias lojas da Amazon, apoiando todo o processo, desde a criação da lista de compras até o gerenciamento da entrega. Isso destaca a trajetória de uma casa inteligente para moldar e impulsionar cada vez mais os gastos do consumidor.

“COVID-19 pode ter impactado as receitas este ano, mas a longo prazo, também ajudará a atrair investimentos, impulsionar uma maior adoção e interromper a integração da tecnologia de casa inteligente.”

NOTA

Informações, estatisticas e projeções do mercado de casas inteligentes e conectadas no Brasil podem ser encontradas neste relatório

A hora de impulsionar a casa conectada!

A AURESIDE foi convidada pelo portal NewVoice para participar de uma live no ultimo dia 8 de setembro com o intuito de discutir as tendencias do mercado de Casas Inteligentes e Conectadas e o forte impacto que os assistentes de voz estão trazendo para este ecossistema.

A conversa também abordou outros temas relevantes e foi estabelecida uma nova parceria entre AURESIDE e NewVoice para destacar este tema em suas midias e trazer aos interessados as novidades, que são cada vez mais frequentes. 

Acompanhe o que foi tratado assistindo a gravação da live no canal do Youtube do Newvoice a aproveite para se inscrever no canal!

Clique na imagem abaixo para acessar o video



Automação Residencial: Quando o barato sai caro...

Artigo de autoria de nosso Diretor Tecnico George Wootton, publicado na edição 171 da revista Audio & Video Design

Se você gosta de tecnologia, já deve ter percebido que muitos produtos para a Casa Inteligente estão chegando ao mercado. Mesmo que não seja um aficionado pelo assunto, se você almeja deixar sua casa mais confortável, moderna e segura, certamente vem acompanhando as novidades. A cada dia aparecem mais produtos de empresas grandes e pequenas, oferecendo câmeras, tomadas, interruptores, lâmpadas, TVs, aparelhos de ar condicionado e uma grande variedade de artigos para a sua casa, que agora se conectam via Wi-Fi e podem ser controlados e monitorados por aplicativos em seu smartphone.

Este esforço de empresas nacionais e multinacionais presentes no Brasil tem chamado a atenção da mídia e, hoje, encontramos muitos artigos, posts, vídeos e entrevistas sobre tais produtos, todos incentivando o consumidor a embarcar nos benefícios da Casa Inteligente.

Leia o artigo completo clicando aqui

Google e a Casa Conectada

Na semana de 15 a 18 de abril, em São Paulo, o Google preparou uma experiencia para demonstrar o uso do Google Assistente na Automação Residencial.

Diversos profissionais e jornalistas especializados foram convidados para uma apresentação ao vivo em alguns ambientes de uma residencia com acionamentos realizados pelo comando de voz do assistente.


Controles de iluminação, de som e imagem, interação com aplicativos de transito, de meteorologia e de comunicação foram demonstrados aos visitantes.


Isso significa que os brasileiros agora podem usar o “OK Google” para facilitar ainda mais o dia a dia, em casa: é possível ligar a TV, acender a luz, adicionar um alarme, ativar o aspirador, mandar um e-mail, colocar uma música e dar uma relaxada a noite ouvindo a playlist favorita, entre outras coisas. Outra opção é criar rotinas personalizadas como, por exemplo, "OK Google, hora da meditação” e com um só comando fazer a luz mudar de cor, acionar música ambiente e baixar a cortina. Também dá para programar horários pré-definidos para os aparelhos funcionarem ou controlar alguns deles à distância, usando o Assistente no celular.

A AURESIDE foi convidada a participar e esteve presente durante o evento, interagindo com os demais convidados e com toda equipe responsável do Google


Foi tembém feita uma apresentação que está disponivel para download através da AURESIDE.

Se tiver interesse em receber esta apresentação,solicitamos preencher este formulário

Abaixo uma lista de materias publicadas sobre este evento:
  1. Google apresenta casa inteligente com assistente de voz em português
  2. Casa conectada: confira todos os dispositivos com Google Assistente no Brasil
  3. Brasil, bem-vindo à casa conectada pelo Assistente
  4. Google Assistente ganha versão em portugues para TVs e 30 dispositivos
  5. Casa conectada: tudo que voce pode fazer com o Google Assistente
  6. Google apresenta casa conectada no Brasil
Video com reportagem da BandTV https://m.youtube.com/watch?v=AeJOFiSATj0
Video do Olhar Digital https://www.dailymotion.com/video/x765fzj

Realizada a 16a edição do Congresso Habitar

Nos dias 22, 23 e 24 de maio foram realizadas as apresentações programadas para a 16a edição do Congresso Habitar. Reunindo congressistas de todo o Brasil os palestrantes presentes puderam trazer temas e debates de grande interesse para o mercado. O encontro foi marcado também por intensa troca de informações e de novos relacionamentos que surgiram ao longo dos tres dias.

Os temas em destaque foram:

Primeiro dia: Utilizando a tecnologia em função das novas tendencias em habitação


Com a presença do arquiteto Filipe Boni, da Ugreen, de Marcelo Dadian do SECOVI SP e de Alexandre Frankel, CEO da Construtora Vitacon










Segundo dia: A Casa Conectada e a Internet das Coisas

Entre os palestrantes, George Wootton da AURESIDE, Expedito Junior da IBM e Marco Oliveira do Google


Terceiro dia: Conforto, saude e bem estar nas edificações

Participaram neste dia Walter Lenzi representando a ASHRAE, Eduardo Straub da Straub Junqueira, Leandro Alves da Qualicorp e Wagner Oliveira da CTE









O Congresso foi realizado simultaneamente à feira Tecnomultimidia e à feira Exposec e aconteceu no pavilhão da SP Expo. A AURESIDE também se fez presente com stands, bem como as  seguintes empresas associadas:

AMCP Xtend, AVGroup, Biltech, Controllar, Dealer, Discabos, Exatron, Flex, Projetelas e WOW na Tecnomultimidia

CS (sistema Axiom), Munddo, Necontrol e WDC na Exposec

Assista um video gravado ao vivo durante o evento

No site do Congresso Habitar voce tem informações sobre esta e sobre as edições anteriores



Conexão Lar inteligente - primeiros eventos realizados

O novo projeto idealizado pela AURESIDE denominado  "Conexão Lar Inteligente" tem por objetivo aproximar as soluções de Automação Residencial dos clientes finais e dos prestadores de serviços de instalação. Nos primeiros eventos realizados contamos com o apoio e participação de nossos associados MyWay e Neocontrol que levaram suas soluções e equipamentos para as apresentações.

Os primeiros eventos do projeto foram realizados nas Lojas Leroy Merlin do Lar Center e Interlagos, ambas em São Paulo.

As apresentações despertaram interesse e resultaram em muitas consultas de instaladores, eletricistas e moradores solicitando da AURESIDE novos eventos e treinamentos neste tema.

Em breve serão divulgados novos eventos do projeto.

Estudo IDC revela impressões dos brasileiros com relação às casas inteligentes


A última edição do QuISI, estudo conduzido pela Qualcomm em parceria com a IDC, revelou que 98,1% dos brasileiros usam o smartphone para se comunicar e executar tarefas cotidianas que exigiriam deslocamento físico. Ainda, 41,9% dos usuários brazucas tendem a trocar de aparelho a cada 2 anos.
Abaixo reproduzimos o tercho que trata sobre as casas conectadas

Casas conectadas e inteligentes
Quanto ao conceito de casa inteligente, conectada à Internet das Coisas, 67,3% dos entrevistados disseram já estarem familiarizados com a ideia. Apesar disso, apenas 4,3% deles já possuem pelo menos um dispositivo inteligente em casa, enquanto outros 68,4% gostariam de ter, mas ainda acham esses produtos muito caros.
Com relação aos benefícios de uma casa inteligente, 81,3% das pessoas ouvidas pela pesquisa acreditam que o controle de segurança seja o mais atrativo, enquanto 75% gostam da ideia de controlar a iluminação remotamente.


O estudo completo pode ser acessado em http://www.idclatin.com/quisi2017/brasil.html

Seguradoras estudam o impacto das soluções de "casas conectadas" no seu negócio

Fonte: Insurance News Magazine

Pense em Automação Residencial e conectividade, mas no contexto das empresas de seguros - é assim que o diretor de seguro de casa do Reino Unido e a Irlanda da LexisNexis Risk Solutions colocou, quando a empresa anunciou as descobertas de pesquisas recentes sobre seguradoras e casas conectadas.

Aqui está o que o novo estudo do mercado de seguros de casa do Reino Unido encontrou:

  • 75% das seguradoras domésticas esperam que a tecnologia de casas inteligentes afete positivamente a mitigação de riscos.
  • Apenas uma quarta parte dos proprietários usa atualmente tecnologias domésticas conectadas.
  • 81% das seguradoras de casa antecipam que a indústria afetará a adoção de tecnologia inteligente.
  • 87% dos proprietários acreditam que reduzir o número de perguntas tornaria o processo de inscrição da cobertura doméstica mais fácil.
  • 85% das seguradoras domésticas pensam que a análise de dados será de grande relevancia no próximo ano ou dois.

De acordo com a LexisNexis, existe uma oportunidade para o mercado de seguros de casa desempenhar um papel mais ativo no envolvimento de clientes em tecnologias domésticas conectadas. Ele disse que a pesquisa mostrou que as seguradoras domésticas precisam superar as barreiras citadas pelos próprios consumidores. Estas incluem o custo percebido, a falta de valor percebido e a falta de informação e compreensão sobre a tecnologia.

"Acreditamos que os dados de tecnologia de casas inteligentes possuem enorme potencial para seguradoras domésticas", disse Jay Borkakoti, diretor de seguro para o Reino Unido e Irlanda, na LexisNexis Risk Solutions. "Pense em tecnologia doméstica conectada como semelhante a um dispositivo de telemática instalado em um carro com a seguradora recebendo alertas sobre falhas emergentes e informações baseadas em comportamento - fornecendo à seguradora informações fatuais sobre fatores conhecidos que geram riscos".

Borkakoti pensa que a combinação de dados da tecnologia de casa inteligente com análises avançadas ajudará as seguradoras locais a obter melhores perfis de risco, resultando em preços mais precisos. "Esta tecnologia conectada tem o potencial de mudar a função das seguradoras de pagar inednizações para evitar que a reivindicação ocorra em primeiro lugar", acrescentou.

Porque as seguradoras querem que voce tenha uma casa inteligente

Fonte: Digital Trends


Verifique com a sua companhia de seguros se você pode obter um desconto em sua conta se você adicionar sistemas inteligentes de monitoramento e gerenciamento na sua casa. Na verdade, ela pode até fornecer estes dispositivos. As empresas de seguros estão cada vez mais incentivando o controle e monitoramento de casas inteligentes por uma razão simples: casas inteligentes são casas protegidas, o que significa menor risco, de acordo com MarketWatch.

State Farm é um caso notável por oferecer descontos de cobertura de seguro para segurados que têm sistemas de monitoramento e gerenciamento automatizado. De acordo com a porta-voz Rachael Risinger, os monitores inteligentes de incêndio e água e os controles de luz e energia automatizados ajudam os consumidores a economizar dinheiro e a evitar perdas - menos prejuizos paraas contas de uma companhia de seguros.

"Pesquisas indicam que o controle doméstico e os produtos de monitoramento ajudam a proteger a casa", disse Risinger. " Assim, a State Farm prevê que uma casa inteligente aumenta a consciência dos segurados do que acontece em suas casas e capacita-os para controlar e proteger sua família e pertences."

A empresa de pesquisa de seguros Accenture relata que em 2015 22% das empresas de seguros de casa estavam executando programas-piloto para estudar politicas diferenciadas para casas conectadas.

"Há um movimento significativo dentro da indústria de seguros agora para ver como eles podem alavancar alguns desses dispositivos conectados para tornar as residencias mais seguras", disse Eric Cernak, vice-presidente do grupo de seguros Resaid Munique e líder no setor. "Seja por meio de dispositivos de subsídio ou fornecendo melhores termos e condições nessas políticas, há várias maneiras pelas quais várias empresas estão buscando incentivar essas tecnologias".

Mas também há preocupações sobre casas inteligentes conectadas. Como a possivel perda potencial de dados pessoais ou da privacidade dos dispositivos domésticos inteligentes, Cernak observou que o monitoramento inteligente dos dados dos sistemas de monitoramento poderia levar as companhias de seguros a ajustarem as políticas adequadamente.

"Você pode chegar a um ponto em que as companhias de seguros afirmam que sabem que você tem um sistema de segurança em sua casa, mas você não lhes autoriza esta informação e portanto não goza de possiveis descontos", disse Cernak. "A conveniência que vem com todos esses dispositivos também significa que eles estão capturando detalhes de suas vidas diárias por trás de portas fechadas, e as pessoas esquecem o valor disso".

Moradores que têm sistemas de segurança são potenciais consumidores de novas tecnologias domésticas

Fonte: Parks Associates - julho 2016

Os moradores que possuem sistemas de segurança em suas casas são muito mais interessados e propensos a adquirir novas tecnologias do que aqueles sem um sistema de segurança. Pesquisa da Parks Associates mostra que domicílios com sistemas de segurança são mais propensos a ter sistemas de tecnologia mais completos.  "Eu gosto de me manter atualizado com novas tecnologias e de possuir o mais recente dispositivo" é o pensamento deste tipo de morador.

Como a indústria de segurança avança com forte orientação dos consumidores mais jovens, incluindo famílias com crianças, as tecnologias inovadoras ajudam a atrair algumas famílias a adotaem acompanhamento profissional. A abundância de produtos de tecnologia em domicílios com crianças é impressionante. As crianças pequenas têm iPads, enquanto jovens e adolescentes têm laptops, smartphones e consoles de jogos conectados. A taxa de adoção e o volume varia de acordo com a capacidade financeira dos pais, mas a propensão é forte mesmo entre as famílias de baixa renda.

As gerações mais jovens também têm crescido com a Internet; para eles, parece lógico e natural ser capaz de ter controle, buscam status e configuram scripts pessoais para dispositivos domésticos inteligentes conectados. Os proprietários de sistema de segurança, mesmo aqueles que foram chefes de família por 45 anos ou mais, desfrutam de benefícios da tecnologia.

Enquanto 19% de todas as casas com banda larga possuem pelo menos um dispositivo inteligente, esse número aumenta para 50% quando trata-se de dispositivos de segurança. Para as famílias de que não são usam equipamentos de segurança, apenas 8% possuem pelo menos um dispositivo inteligente.

Embora não tão drástica, a disparidade para os proprietários de equipamentos de streaming de media  também é gritante. Quase 34% de todas as casas com banda larga possuem pelo menos um player de streaming de midia, 

Muito do crédito para esta disparidade vai para os provedores de segurança, que de forma constante e, por vezes, até agressiva vendem recursos de casa inteligentes para seus clientes, além da atualização ou da substituição de um sistema de segurança. No entanto, essa aprovação não ocorreria se o interesse do consumidor não existisse. Sistemas para casa inteligente e seus benefícios ainda suportam baixa consciência do consumidor, mas à medida que mais dispositivos se difundem pelas casas, esta consciência vai aumentar junto com o interesse do consumidor.

A alta taxa de adoção de novas tecnologias pelos proprietários de sistema de segurança mostra o potencial de crescimento para o mercado de casa inteligente. Embora a porcentagem de adoção de acompanhamento profissional possa permanecer constante, haverá crescimento em unidades devido ao aumento do número de domicílios com serviço de banda larga e ao aumento do número total de lares dos EUA nos próximos anos. Dispositivos conectados, como câmeras em rede e produtos all-in-one, bem como monitoramento de segurança , vão agir como substitutos competitivos para a segurança auto-monitorada, Esses fatores se combinam para criar maior potencial de sucesso em vários ecossistemas relacionados.

As tecnologias que vão definir 2016

(Fonte: The Washington Post)


O Washington Post acaba de publicar uma matéria intitulada “As seis tecnologias que vão definir 2016”. O articulista relaciona as seguintes tecnologias:

  • 1.       Inteligência artificial
  • 2.       Robôs
  • 3.       Veículos sem motoristas
  • 4.       Realidade virtual
  • 5.       Internet das Coisas
  • 6.       Veículos espaciais

No item da Internet das Coisas é citada a tendência das casas conectadas, conforme abaixo:

“Mark Zuckerberg anunciou recentemente planos para criar o seu próprio mordomo artificial inteligente, controlado por voz, para ajudar a executar a rotina de sua vida em casa e no trabalho. Para isso, ele vai precisar de aparelhos que podem interagir com seu mordomo digital – seja em casa, no escritório ou no carro. Estes estão todos chegando, como foi mostrado na CES, a grande feira de eletrônica de consumo de Las Vegas em janeiro ultimo. De chuveiros que controlam a quantidade de água que usamos, passando por escovas de dente que percebem suas cavidades, até geladeiras que pedem a comida que está acabando na despensa, todos eles estão a caminho.
A partir de 2016, tudo será ser conectado - incluindo nossas casas e aparelhos, nossos carros, luzes da rua e até instrumentos médicos. Eles vão  compartilhar informações uns com os outros e, talvez, fofocando sobre nós, e irão também introduzir riscos de segurança em massa, bem como muito conforto e eficiência. E nós não temos muita escolha, porque eles vão ser características padrão como as câmeras em nossa SmarTV que olham para nós, e os smartphones que ouvem tudo o que dizemos

A integra da matéria em inglês está aqui

Telefonica e Huawei lançam plataforma de casa inteligente para América Latina


(Fonte: TelecomPaper)

Telefônica e Huawei estão projetando em conjunto uma plataforma de casa inteligente para o mercado latino-americano a ser lançada comercialmente em 2016. 

Em um comunicado divulgado durante o Mobile World Congress, a Telefônica disse que vai usar um sistema baseado na plataforma nuvem da Huawei de casa inteligente e uma interface exclusiva para fornecer a solução para clientes da América Latina como uma experiência de casa inteligente inovadora, tornando-se a primeira operadora a oferecer esses serviços na região.

A  Telefônica acrescentou que os ensaios da oferta já começaram e que a plataforma da Huawei é concebida como um ecossistema aberto, no qual os OEMs e atores relevantes na área de  Internet das coisas podem ser integrados e tornarem-se parte de uma forte proposta de casa inteligente, estendendo seu alcance de mercado.