Em agosto de 2015, o site de tecnologia de consumo CNET comprou uma casa na região de Louisville, Kentucky, com o propósito expresso de testar os mais recentes produtos de tecnologia para casa. Agora, essa propriedade, uma casa dos anos 90, está à venda, mantendo algumas das suas mercadorias conectadas para um morador que se interesse por casas inteligentes.
Desde que assumiu a casa em 2015, a equipe CNET tem recheado a mesma com dezenas de produtos domésticos inteligentes (no valor de 26.450 dólares na verdade), desde de um Amazon Echo e um termostato Nest até um ventilador de teto inteligente Haiku e uma lavadora e secadora inteligente da Whirlpool. Sendo um campo em constante expansão de produtos, faz sentido tentar mostrar o seu potencial de atualização, deixando a casa totalmente equipada. E CNET foi capaz de fazer isso, o que está refletido no vídeo de 360 graus, bem como esta visão geral de tudo o que aprenderam com a experiência.
Como se pode ver a partir do vídeo, produtos domésticos inteligentes foram incorporados em cada ambiente da casa, basicamente. Um controle de acesso inteligente e a iluminação na sala de estar, uma frigideira e um fogão inteligentes na cozinha, um ventilador inteligente e interruptor de luz no quarto, e assim por diante.
É importante notar que a CNET - que está colocando essa casa à venda simplesmente porque está começando em uma casa maior para testar novos produtos que seriam considerados "state of the art" para 2017 - retirou algumas das comodidades como o refrigerador inteligente Samsung Family Hub e as persianas inteligentes.
OBS: o investimento feito em automação citado acima (da ordem de U$ 26 mil) representa então cerca de 4% do valor de venda da casa, uma vez que a CNET está pedindo $ 625.000,
Imagens da casa podem ser vistas neste link
Usando o assistente virtual como instrumento para vender casas
Fonte: TecHome Builder
A Energy Squad, incorporadora com sede em Maryland (EUA), está lançando um empreendimento envolvendo seus parceiros construtores, utilizando casas modelo e introduzindo a cada vez mais popular plataforma de controle de voz da Amazon, o Alexa. O conceito, em última análise, resume-se a usar a plataforma Alexa como uma ferramenta de vendas para aumentar o interesse dos clientes em tecnologia e fechar mais negócios.
"Estamos incluindo o Amazon Alexa em nossas casas modelo e utilizamos o equipamento para contar aos clientes sobre as características de casa, enquanto também mostra a sua funcionalidade de casa inteligente. Estamos formatando pacotes com base nesta oferta e estamos obtendo resultados muito favoráveis ", diz Jon Stovall, fundador da Energy Squad.
A Energy Squad, incorporadora com sede em Maryland (EUA), está lançando um empreendimento envolvendo seus parceiros construtores, utilizando casas modelo e introduzindo a cada vez mais popular plataforma de controle de voz da Amazon, o Alexa. O conceito, em última análise, resume-se a usar a plataforma Alexa como uma ferramenta de vendas para aumentar o interesse dos clientes em tecnologia e fechar mais negócios.
"Estamos incluindo o Amazon Alexa em nossas casas modelo e utilizamos o equipamento para contar aos clientes sobre as características de casa, enquanto também mostra a sua funcionalidade de casa inteligente. Estamos formatando pacotes com base nesta oferta e estamos obtendo resultados muito favoráveis ", diz Jon Stovall, fundador da Energy Squad.
Na CES 2017 os assistentes digitais retomam a corrida pela "casa inteligente"
O comando de voz, baseado em conceitos de Inteligencia Artificial, pode chegar a 40 milhões de lares em 2021. Por enquanto, o dominio deste mercado é da Amazon.
Durante anos, os maiores nomes da tecnologia abarrotaram o piso da Consumer Electronics Show com geladeiras, interruptores de luz e fornos de microondas para visualizar um mundo futurista onde você poderia controlar cada aparelho em casa com sua voz.
Mas a maioria destes produtos, atolados por software proprietário e interfaces difícieis de navegar, não conseguiram atingir o mercado de massa
Este ano pode ser diferente. Ajudado pelo novo software de inteligência artificial que facilita a compreensão do discurso pelos gadgets, gigantes da tecnologia liderados pela Amazon. estão travando uma corrida acirrada pelo domínio dos assistentes domésticos digitais.
Para ler a noticia completa direto do site da Bloomberg, clique aqui
Durante anos, os maiores nomes da tecnologia abarrotaram o piso da Consumer Electronics Show com geladeiras, interruptores de luz e fornos de microondas para visualizar um mundo futurista onde você poderia controlar cada aparelho em casa com sua voz.
Mas a maioria destes produtos, atolados por software proprietário e interfaces difícieis de navegar, não conseguiram atingir o mercado de massa
Este ano pode ser diferente. Ajudado pelo novo software de inteligência artificial que facilita a compreensão do discurso pelos gadgets, gigantes da tecnologia liderados pela Amazon. estão travando uma corrida acirrada pelo domínio dos assistentes domésticos digitais.
Para ler a noticia completa direto do site da Bloomberg, clique aqui
Casas (mais) inteligentes na CES 2017?
Fonte: IDGNow!A chamada casa inteligente não é mais notícia nova. Muita gente já mora em uma casa desse tipo há algum tempo, cheia de sensores, eletrônicos, câmeras, reconhecimentos de voz e aplicações e conexões inteligentes com a nuvem, mas a maioria das ações ainda precisa ser iniciada pelo próprio usuário – seja agendar um compromisso, ligar uma coisa à outra, dizer tudo que deve ser feito e por aí vai. A próxima tendência deve ser realmente viver em uma casa inteligente, não apenas programar uma.
Por isso, queremos ver na CES 2017 o próximo passo da chamada casa inteligente: aparelhos inteligentes que funcionam juntos para criar uma casa inteligente em que todos os gadgets conversem uns com os outros, independente das suas fabricantes e dos protocolos usados para comunicação. Um sistema que antecipe as necessidades do usuário, que aprenda a rotina da sua família e se adapte à ela, para que você não precise programar ou escrever scripts para todas as eventualidades – porque isso apenas não é possível.
O reconhecimento de voz obviamente será parte da solução, assim como o controle de iluminação, gerenciamento de energia, segurança, controle de clima. E quem sabe também sistemas de áudio e vídeo? A solução não virá de uma única fabricante no evento. Todas as empresas e todos os padrões precisarão se unir para fazer isso acontecer. Será que veremos isso na CES 2017?
Matéria completa sobre as tendencias na CES 2017 pode ser vista neste link
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