Mercado de casa inteligente: por que investir?

 

Por: Ueliton Mello - Publicado em www.pelomundodf.com.br

Abertura no segmento viabiliza novas áreas de atuação que priorizam a praticidade, segurança e qualidade de vida de potenciais clientes


A tecnologia se integra cada vez mais aos modos de vida dos brasileiros. Com o desenvolvimento de dispositivos e ferramentas eletrônicas que auxiliam desde o monitoramento remoto até a realização de tarefas domésticas, se projeta um mercado próprio para casas inteligentes. O IDC Brasil acompanha a evolução da automação residencial e estima que o segmento continue evoluindo em uma taxa aproximada de 30% nos próximos anos.

Em 2021, conforme levantamento de nível mundial feito pelo IBC, a implantação de equipamentos domésticos inteligentes cresceu quase 12%, representando remessas superiores a 895 milhões de dispositivos. A América Latina, no cenário que considera as demais regiões continentais, apresenta um crescimento sólido de 11,2%. Esse processo de consolidação indica não apenas a abertura do mercado, como também a procura e o acesso a esses equipamentos.

Nicho das casas inteligentes


O público consumidor quepretende ter uma smart home nem sempre domina o conhecimento e as técnicas necessárias para promover essa transformação no seu lar. Nesse sentido,aparecem as oportunidades de novos negócios se inserirem neste nicho, que tende a continuar crescendo nos próximos anos. Uma casa automatizada, atualmente,funciona com equipamentos conectados à internet e que podem ser monitorados poruma central autorizada.

Entre os serviços deste segmento, estão a instalação de câmeras de vigilância, alarmes, iluminação, climatização, sistemas de som e irrigação do jardim. Segundo as projeções do IDC, as grandes tendências de evolução estão em 32% para equipamentos elétricos e segurança, 25% nos smart speakers e 28% nos termostatos. Por sua vez, os demais aparelhos de uso cotidiano, como smart TV e babá eletrônica, já são considerados dispositivos consolidados, visto que conquistaram os consumidores e se integraram naturalmente às casas inteligentes.

Regulamentação


No Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é responsável por regularizar todas as mercadorias e os aparelhos de comunicação, bem como os seus periféricos. Devido a isso, para atuar no segmento de automação de casas inteligentes, se tornaindispensável cumprir os requisitos estipulados pelo órgão regulamentador paraadquirir o certificado de conformidade. A Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial (Aureside), inclusive, oferece cursos profissionalizantes na área.

Mas, para quem não pretende começar um empreendimento do zero, ainda tem a opção de trabalhar com a modalidade de franquias. Como é um mercado moderno, existem diversas startups que investem no setor de smart homes e possuem potencial para se estabelecerem dentro deste nicho. A banda larga e a chegada da internet 5G apenas comprovam que os dispositivos domésticos inteligentes são o futuro do mercado nacional e internacional.

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